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Voos de drone auxiliam na produção de imagens, mapas e topografias de projetos da Prefeitura de Manaus na zona Oeste

Gerando imagens, vídeos e informações mais precisas, a Prefeitura de Manaus tem usado a tecnologia como suporte ao desenvolvimento de projetos para melhoria urbana na capital. E os voos com drone têm sido um dos recursos mais utilizados pelo Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb) para projetar intervenções dentro do programa “Mais Manaus”, lançado pelo prefeito David Almeida.

Em uma área do Tarumã, no Parque São Pedro, zona Oeste, foi realizado um voo cobrindo mais de 13 mil metros quadrados, incluindo produção de imagens, mapas e topografia do conhecido “Piscinão de Ramos”, também chamado de Lagoa Parque São Pedro.

A aeronave não tripulável percorreu trechos da área onde a Prefeitura de Manaus trabalha com projetos urbanísticos, turísticos, tecnológicos e econômicos para construção de um futuro espaço de lazer e convivência.

Foram 276 imagens captadas georreferenciadas, gerando uma série de fotos e vídeos, produzindo levantamento topográfico, planoaltimétrico e fotogrametria. Os trabalhos em campo foram realizados pela Gerência de Informação de Geoprocessamento (GIG), com apoio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf).

O sistema viário, topografia, vegetação, curvas de nível, construções e tipologias, áreas consolidadas e mobiliários urbanos públicos fazem parte do plano de voo montado, cujo volume produzido servirá de base para equipes da Diretoria de Planejamento Urbano (DPLA).

Imagens

Usados como fontes de recursos para geração de imagens em alta qualidade, georreferenciamento de áreas urbanas, vetorização para mapas, fotogrametria e planejamento urbano, os drones são cada vez mais importantes ferramentas na elaboração ações e propostas de desenvolvimento das cidades.

As informações capturadas pelos drones, pós-processadas via softwares e aplicativos como Drone Deploy, Mappa e ArcGIS, são usadas para formar uma grande foto atualizada da área de interesse, mosaico de ortofoto, que possui uma alta resolução espacial (GSD), permitindo análises minuciosas de ordem centimétrica.

“Várias imagens podem ser feitas com as aeronaves, desde assentamentos irregulares, imóveis abandonados, topografia com curvas de nível, incluindo em locais de difícil acesso, entre outros”, explica o gerente Luiz Augusto.

Os drones usam tecnologia de Sistema Global de Navegação por Satélites, Sistema Real Time Kinematic (RTK) e Sistema de Informações Geográficas (SIG) para fazer a vetorização das áreas sobrevoadas que servirão de base para futuros projetos.

O imageamento obtido pela aeronave não tripulável é ajustado com os pontos de controle no solo do RTK.

O Sistema Real Time Kinematic (RTK) atua na correção dos dados coletados pelo GPS do drone em tempo real, com precisão de centímetros. O uso dos equipamentos por equipe treinada reduz tempo de topografia, permitindo a obtenção de dados muito mais precisos e alta produtividade no levantamento.

O drone utilizado é o Mavic 2 Zoom, que faz a coleta de imagens para o sensoriamento remoto e fotogrametria.

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Texto – Claudia do Valle / Implurb

Fotos – Divulgação / Implurb

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