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URGENTE MANAUS TEM QUEDA BRUSCA NO NÚMERO DE ATENDIMENTO DA COVID 19

Pacientes ocupam 200 leitos de UTIs na rede pública e privada

Mais de 7 mil pacientes estão se tratando em casa com sintomas leves da doença

E mais de 10,6 mil já foram curados

Não foi só o número de mortes que caiu nos últimos dias. Cerca de 30% nessa semana. A ocupação de leitos clínicos também. Nos principais hospitais da cidade, médicos e enfermeiros relatam a queda brusca no número de pacientes que procuram a rede pública e privada para tratar da Covid-19, mesmo com os números de casos no Estado atingindo uma média de mil casos diários nessa semana. O ex-ministro Mandetta chegou a afirmar durante entrevistas, que Manaus deveria ser a primeira capital a sair da pandemia

Vários vídeos e fotos circularam nas redes sociais mostrando salas rosas (enfermarias dedicadas a pacientes com sintomas de Coronavírus) praticamente vazias. A queda na internação de pacientes é confirmada por profissionais de saúde que estão na linha de frente , mas ainda não se tem um percentual.  O mais recente boletim epidemiológico divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) mostra que 1.273 pacientes estão internados em leitos clínicos e de UTIS da rede de saúde pública e privada. Entre os casos confirmados de Covid-19 no Amazonas, há 551 pacientes internados, sendo 361 em leitos clínicos (61 na rede privada e 300 na rede pública) e 190 em UTI (83 na rede privada e 107 na rede pública).

Há ainda outros 681 pacientes internados considerados suspeitos e que aguardam a confirmação do diagnóstico. Desses, 475 estão em leitos clínicos (119 na rede privada e 356 na rede pública) e 206 estão em UTI (61 na rede privada e 145 na rede pública). E 7.112 pessoas estão sendo tratadas em casa, cumprindo isolamento social.

Os números mostram que mesmo com aumento dos casos notificados, a pressão na rede de saúde não aumentou, sinalizando que há mais pessoas se tratando em casa com o quadro mais leve da doença.

O certo é que a pressão e o colapso identificados desde abril não são a realidade hoje nos SPAs, UPAs, pronto-socorros e nem no hospital de campanha da Prefeitura, na unidade de retaguarda da Nilton Lins e nem no Delphina Aziz, o hospital de referência para o tratamento de coronavírus no Amazonas.

A maior preocupação no momento é com o avanço da doença no interior do Estado, onde não há leitos de UTI e capacidade de transporte em UTI aérea é bastante limitada.

FONTE:portalunico

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