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Rodoviários ameaçam parar linhas em Manaus

Motoristas de outras empresas prestaram solidariedade com os colegas de profissão e também pararam suas atividades. Os funcionários demitidos cobram salários a receber, FGTS, rescisão contratual, além de uma solução para a demissão repentina dos cerca de 400 funcionários da empresa.

De acordo com representantes na manifestação, a suposta falência da empresa ocorreu pois o antigo dono da empresa teria vendido a placa dos ônibus, fazendo com que eles possam circular por outras empresas.

Uma coletiva de imprensa está marcada no Sindicato dos Rodoviários do Amazonas para falar sobre uma possível greve geral em apoio aos desempregados.

A categoria não descarta uma greve geral caso não tenham as solicitações atendidas. De acordo com os manifestantes, já são mais de 20 dias esperando uma resposta sobre a situação, que não chega.

Na época da suposta falência da empresa, funcionários chegaram por volta de 4h da manhã na garagem da empresa e encontraram a mesma fechada, sendo informados que a empresa não funcionária mais.

O acordo era de que os cerca de 400 funcionários receberiam tudo ao qual tem direito, mas, até o momento, não foi repassados a eles nenhum valor financeiro previstos no acordo.

Paralisações
Em entrevista coletiva, o presidente do Sinddicato dos Trabalhadores Rodoviários de Manaus, Givancir Oliveira, caso as dívidas trabalhistas não sejam quitadas, o sistema de transporte público poderá enfrentar novas paralisações de advertência. “Vamos parar a Djalma (Batista) e a Constantino (Nery) se a prefeitura não tomar rédeas do negócio”, disse.

De acordo com o sindicalista, essa “golpe da falência da Açaí foi plantado dentro do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU)”, denunciou Oliveira.

O IMMU e a Procuradoria Geral do Município (PGM) informaram sobre uma reunião para resolver a situação dos ex-empregados. O encontro ocorreu na sede do IMMU, na Cachoeirinha, com o diretor-presidente do instituto, Paulo Henrique Martins, o procurador-geral do município, Marco Aurélio Choy e o sindicalista Givancir Oliveira.

Fonte: D24am. Leia mais em https://d24am.com/amazonas/rodoviarios-ameacam-parar-linhas-em-manaus/

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