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Resíduos de óleo recolhidos em sete estados já estão com destino final, de acordo com Marinha

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado pela Marinha do Brasil (MB), Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), informou, em nota, nesta sexta-feira (22) que resíduos de óleo recolhidos nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe estão com a destinação final direcionadas a fábricas de cimento ou aterro sanitário, ambientalmente adequados. As fábricas de cimento Votorantim, em Sergipe e Ceará; Apodi, no Ceará; Intercement, na Bahia; e Mizu, no Rio Grande do Norte, estão recebendo os resíduos de óleo recolhidos nas regiões atingidas, colaborando com as ações do GAA na destinação final do material oleoso.  

No primeiro momento, os fragmentos oleosos recolhidos vêm sendo acondicionados em recipientes apropriados, evitando a contaminação do solo e subsolo.

A nota informou também que os estados da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte estão com as praias limpas. As seguintes localidades permanecem com vestígios de óleo, com ações de limpeza em andamento: Araioses e Tutóia, no Maranhão; Japaratinga, Barra de São Miguel, Barra de Santo Antônio e Feliz Deserto, em Alagoas; Aracaju, Barra dos Coqueiros, Estância, Itaporanga e Pacatuba, em Sergipe; Aracruz, no Espírito Santo

Desde o início da primeira ocorrência de óleo, 724 localidades foram atingidas, em algum momento. Há 13 dias não são encontradas manchas de óleo no mar e, nos últimos 30 dias, 93% das ocorrências correspondem a pequenos fragmentos de óleo nas praias atingidas.

Regularização de coleta de óleo

A Coordenação de Pesquisa e Gestão da Informação sobre Biodiversidade do ICMBio, responsável pela gestão do Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade – Sisbio, solicitou a pesquisadores que  estejam realizando coletas de material biológico ou pesquisas em unidades de conservação marinhas sem a devida autorização, que regularize sua sua atividade, por meio do preenchimento de solicitação de autorização no Sisbio, até o dia 29 de novembro de 2019. 

O órgão reformou a necessidade de regularização das atividades a fim de evitar eventuais problemas junto à fiscalização ambiental ou problemas para a publicação dos resultados obtidos por essas pesquisas no futuro. Em nota, o ICMBio diz ainda, que a solicitação de autorização permite que os resultados das pesquisas sejam incorporados ao banco de dados do Sisbio e usados futuramente na tomada de decisão para a conservação da biodiversidade marinha como um todo. 

Com informações da Marinha do Brasil e do ICMBio

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