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Por unanimidade, Anvisa nega pedido de importação e uso da vacina Sputnik

Por unanimidade, os cinco diretores da Anvisa rejeitaram nesta segunda-feira (26) a importação e o uso da vacina russa Sputnik V pelo Brasil. Primeiro a votar e seguido pelos colegas, o relator Alex Machado Campos apontou a “falta de documentação” e os possíveis riscos do imunizante à saúde.

Antônio Barra Torres, presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), afirmou que a atribuição da agência é “proteger e promover a saúde da população” e que a agência “não pode agir ao arrepio de sua missão”.https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-9508374237408663&output=html&h=280&adk=618262212&adf=1982249376&pi=t.aa~a.3007445754~i.5~rp.4&w=696&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1619519670&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=3432251426&tp=site_kit&psa=1&ad_type=text_image&format=696×280&url=https%3A%2F%2Fchumbogrossomanaus.com.br%2Fnoticias%2Fmundo%2Fpor-unanimidade-anvisa-nega-pedido-de-importacao-e-uso-da-vacina-sputnik%2F&flash=0&fwr=0&pra=3&rh=174&rw=696&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&adsid=ChEI8OyehAYQlbmmiu7917KaARJMABWOKgnX9CSqpwybkn5jVAo086Fn5KDiwzNOP3gvG2PN3GJXi_qrYfTzSYhbvGb6wfk55CSIrjTdoEKvg2F-xci-f2sWeD_DTi3olA&uach=WyJXaW5kb3dzIiwiMTAuMCIsIng4NiIsIiIsIjkwLjAuNDQzMC45MyIsW11d&dt=1619524199280&bpp=8&bdt=2666&idt=-M&shv=r20210422&cbv=r20190131&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3Dc6a6cde27e1b5103-22e1b42cd2b300d5%3AT%3D1619522182%3ART%3D1619522182%3AS%3DALNI_MZ0bFUp5krVvNccshiv23qroac0Zw&prev_fmts=0x0&nras=2&correlator=5795205452322&frm=20&pv=1&ga_vid=233697482.1611921102&ga_sid=1619524199&ga_hid=252050044&ga_fc=0&u_tz=-240&u_his=1&u_java=0&u_h=768&u_w=1366&u_ah=728&u_aw=1366&u_cd=24&u_nplug=3&u_nmime=4&adx=141&ady=1177&biw=1349&bih=568&scr_x=0&scr_y=0&oid=3&pvsid=3577942378670469&pem=839&ref=https%3A%2F%2Fchumbogrossomanaus.com.br%2F&eae=0&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1366%2C0%2C1366%2C728%2C1366%2C568&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=31&jar=2021-04-27-11&ifi=2&uci=a!2&btvi=1&fsb=1&xpc=UiHBVxa6Zz&p=https%3A//chumbogrossomanaus.com.br&dtd=41

Ao defender a rejeição do pedido de importação do imunizante, Barra Torres disse que a Anvisa “nunca teve apego às questões burocráticas ou desrespeito para com a vida humana” e enfatizou, que, “sem a inspeção que avalia as boas práticas de fabricação dos insumos vacinais, é impossível atestar as reais condições de fabricação do produto”.

O colegiado se reuniu hoje de forma extraordinária para cumprir decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski, que concedeu um prazo de 30 dias para que a agência reguladora decidisse sobre o uso do imunizante. A Anvisa chegou a recorrer do prazo, que venceria nesta semana, mas o ministro indeferiu o pedido nesta segunda.

O pedido de uso emergencial da Sputnik V foi protocolado pela União Química, responsável pela vacina no Brasil, no dia 25 de março.

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