Brasil Cultura

O sepultamento do jornalismo da Globo e o amor explicito, sexual e quase maníaco pelo presidente Bolsonaro

“Maníaco” – substantivo masculino Indivíduo possuído de uma mania, hábito repetitivo.

Pois bem, o jornalismo da Rede Globo já foi referência mundial para milhões de pessoas e principalmente para os acadêmicos e muitos dos atuais profissionais do jornalismo e profissionais das comunicações, nas suas diversas áreas de atuações. O que se vê hoje, é uma estado profissional maníaco, repetitivo, lutando diariamente para tentar denegrir a imagem do presidente Jair Messias Bolsonaro.

É Bolsonaro no inicio ao fim em todas as edições de seus telejornais, chegando ao ponto de não ver mais defeito em ninguém nesse Brasil. Nem a “fake news” dá deputada Joice Hasselmann, estranhamente não foi noticiado a fundo, como fez a CNNBrasil e a Record, suas concorrentes. Alias levantando muitas suspeitas nas redes sociais de uma possível parceria entre a deputada e a emissora para derrubar o presidente lógico, enfim.

Parece que a emissora não estava preparada para concorrência política e nem profissional, pois reinou quase que ditatorialmente por décadas em todos os governos anteriores a esse, incluindo os militares que tanto ela crítica. Mamou nas tetas levando milhões do PT com publicidade, como consta nos anais da informação.

O nosso saudoso Roberto Marinho deve está se revirando na sepultura, quem sabe implorando a Deus que ele reencarne logo e possa retomar a direção da emissora.

Coitado da TV Sepultamento ou TV toca terror ou TV vamos te matar de medo todo dia.

Ronaldo Aleixo – Diretor do Portal Chumbo Grosso, desejando os pêsames ao jornalismo que um dia já foi profissional.

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