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Ministério Público investiga rachadinha na Câmara de Vereadores de Manaus

O Ministério Público do Amazonas instaurou procedimento preparatório para apurar denúncia de um suposto esquema de “rachadinha” no gabinete do vereador Rosivaldo Cordovil, da Câmara Municipal de Manaus. O Ministério Público vai investigar todos os possíveis envolvidos na apropriação de parte dos vencimentos dos assessores do Gabinete. A partir de agora, haverá diligências do Grupo de Atuação Especial da Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e o processo segue em segredo de justiça.

Prática criminosa

A prática de “rachadinha” é um crime comum por parte de parlamentares em todo o País e pode levar à cassação do político envolvido. O caso Queiroz, envolvendo o atual senador Flávio Bolsonaro, quando ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro, está nas manchetes atualmente. As investigações envolvem um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que apontou operações bancárias suspeitas de 74 servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Prática comum


Quem acompanha movimentação de bastidores, conta que a prática de rachadinha é muito comum entre políticos com mandados no Amazonas e envolve parlamentares em vários níveis.

Atenção Ministério Público

O Secretário interino Fabian Barbosa continua comprometendo o orçamento da SEDUC, equivalente a mais de R$ 2,9 bilhões em 2020, com pagamentos de contratos vencidos, inclusive com serviços supostamente prestados com as escolas fechadas no período da pandemia. Há serviços cujos contratos encerraram em agosto e setembro do ano passado e que continuam sendo pagos inexplicavelmente, conforme o Portal da Transparência do Amazonas. Transporte Escolar e Alimentação escolar são dois exemplos desse esquema da gestão interina de Fabian Barbosa.

Contratos milionários

Chama a atenção os contratos (CT 10/2019) e G.H.Macário (CT 4/2019) e (CT 6/2029) no valor de R$ 2,6 milhões e R$ 3,0 milhões; Bento Martins de Souza a Dantas Transportes, no valor de R$ 8,3 milhões; e Bento Martins de Souza (CT 3/2019 e 5/2029) que somam R$ 5,2 milhões. Somente esses contratos vencidos, que continuaram a ser pagos pela SEDUC, representam 19,2 milhões por mês nos cofres públicos. Todas essas informações estão disponíveis no Portal da Transparência

Empresários encrencados

Todos as empresas foram envolvidas em denúncias de corrupção no ano passado. O empresário Francisco Dantas foi o estopim da exoneração de Luiz Castro da Seduc. Gustavo Macário Bento foi preso na operação “Eminência Parda” da Polícia Federal em julho de 2019.

Retorno das igrejas

As igrejas católicas em Manaus vão começar a reabrir a partir de quarta-feira (24), seguindo uma série de orientações, oficializadas a todas as paróquias pelo arcebispo Leonardo Ulrich.

Denúncia contra a Manaós

O deputado federal José Ricardo (PT-Am) vai encaminhar à Justiça denúncia contra a empresa Manaós, terceirizada do Governo do Amazonas para serviços no hospital Francisca Mendes. Conforme José Ricardo, há quatro meses, a Manaós não paga 52 enfermeiros e outros profissionais

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