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Governo do Estado começa nova etapa no Anel Viário Leste que vai ligar o Distrito Industrial ao Aeroporto

As rodovias AM-010 e BR-174 também serão integradas ao sistema de tráfego do anel viário

O investimento da administração estadual é de R$ 201,44 milhões

O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Região Metropolitana de Manaus (Seinfra), iniciou nesta semana uma nova fase na execução do Anel Viário Leste da capital, que vai ligar o Distrito Industrial ao Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e às rodovias AM-010 e BR-174, num total de 18 quilômetros de extensão. Na nova etapa, correspondente aos primeiros 7% da obra, estão sendo realizados os serviços de limpeza e terraplenagem nos trechos compreendidos próximos à Avenida Margarita, em direção ao Distrito Industrial II, seguindo trajeto paralelo à Reserva Adolpho Ducke, onde serão assentadas as primeiras estruturas.
O projeto prevê que as novas avenidas terão duas pistas, contemplando 10,80 metros de largura, com três faixas de 3,60 metros em cada uma. Os passeios laterais terão três metros de largura e canteiros com 5 metros. Ao longo do trecho, serão implantadas 22 baias para paradas dos ônibus, oito galerias, três pontes, passagens de faunas e na lateral da reserva será instalada uma ciclovia.
O viaduto corresponde a um trevo completo com passagem em nível, compreendidas em quatro alças internas e quatro externas permitindo a circulação de veículos em todos os sentidos das vias. As pontes com dimensões de 12,50 metros de largura por 60 metros de extensão, estando localizada na Avenida dos Oitis, sobre o Eixo Norte-Sul.
A obra de construção da segunda ponte no viaduto do Anel Leste, na Bola da Samsung, no Distrito Industrial II, está concluída e os serviços estão sendo concentrados na construção e duplicação das pétalas laterais. Serão quatro alças internas e quatro externas, o que permitirá a circulação de veículos em todos os sentidos.
O governo está investindo R$ 201.448.294,79, dos quais R$ 39 milhões serão destinados às desapropriações da obra. O contrato foi assinado em 2013 e ficou engavetado por mais de cinco anos, sendo retomada e iniciada em 2019, na gestão do governador Wilson Lima.

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