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FAKE NEWS

Especialistas dizem que Fake News faz mal a saúde

85% das empresas no Brasil temem efeitos das fakes news

Senador do Amazonas diz que o assunto não é urgente

O fenômeno das fake news (notícias falsas) ganha contornos cada vez maiores, gerando prejuízos de toda ordem, tanto à sociedade em geral, quanto indivíduos, sem que ainda seja possível estabelecer parâmetros de controle sobre elas, em função da velocidade e da amplitude alcançadas pelos relacionamentos virtuais.


No início de 2018, o site YourNewsWire publicou um artigo sobre mortes relacionadas a uma vacina para gripe nos Estados Unidos, que depois se provou falsa. No Brasil, o próprio Ministério da Saúde admite que o combate às fake news é uma questão de saúde pública.


A instabilidade gerada pelas fake news é tão grande, que uma pesquisa feita pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), aponta que 85% das empresas no Brasil estão preocupadas com o assunto. De acordo com as pesquisas feitas por esta Associação, 91% dos empresários entrevistados temem os potenciais danos que as notícias falsas podem causar à credibilidade da empresa.


Pesquisas solicitadas pela startup de segurança Psafe mostraram que, no Brasil, cerca de 96% das informações falsas são disseminadas por meio do aplicativo de compartilhamento de mensagens WhatsApp. Segundo o Relatório de Segurança Digital de 2018, elaborado pelo laboratório “dfndr lab”, da Psafe, os três principais assuntos que são alvos de notícias falsas são: política, saúde e dinheiro fácil.


O próprio Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) O presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que a divulgação de informações falsas pelas redes sociais, é um desafio para os órgãos estatísticos.


Este não é um assunto fácil e exige longo debate porque envolve a liberdade de expressão na internet, mas não há quem não esteja preocupado com ele. No Congresso Nacional o assunto dá os passos iniciais mas tem político, como o senador pelo Amazonas, Plínio Valério (PSDB) que considera que o assunto não é prioridade, embora ele maneira direta ou indireta atinja toda a sociedade.

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