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Especialista vai abrir sauna para tratar Covid-19 por inalação de ervas medicinais

Doutor em química estuda há décadas o potencial medicinal da Floresta Amazônica

Ele sugere tratamento em casa na fase da replicação do vírus, no início da infecção

Doutor em Química pelo Instituto Militar de Engenharia (RJ), especializado em Ressonância Magnética Nuclear e terapeuta que há 50 anos estuda e usa plantas medicinais da Amazônia, o professor universitário Raimundo Santos do Nascimento tem usado uma fórmula alternativa para tratamento da Covid-19, e sugere tratamento em casa na fase da replicação do vírus, no início da infecção.
Na análise de Raimundo Nascimento, os responsáveis pela a saúde pública, em todos níveis de poder, precisam elaborar um plano para tratar pessoas com a Covid-19, iniciando o tratamento ainda nas residências dos pacientes, quando for possível. “Colocar pessoas com Covid-19 e pacientes com outras doenças não contagiosas, num mesmo hospital ou clínica, é o maior meio de transmissão. Os responsáveis pela saúde pública já deveriam ter tomado essa providência, de não misturar pessoas com doenças altamente contagiosa, mesmo antes da pandemia”, indica ele. Nascimento lembra que, em Manaus, há algumas décadas, o Hospital Adriano Jorge era destinado a tratar só de pacientes com tuberculose. “Desaprenderam”, disse ele.
“Todos sabemos que que COVID-19 têm duas fases: a fase de replicação do vírus e fase inflamatória, então na fase de replicação do vírus, o tratamento é: o isolamento na própria residência do paciente. A Ozônioterapia é importantíssima para o tratamento na fase inicial da doença. Eu usei insuflagem com Ozônio, vitaminas, boa alimentação, beber água ozonizada no tratamento inicial e conseguimos excelente resultados entre 12 pessoas e amigos. Apenas um se antecipou e procurou um hospital e faleceu”, exemplificou.
Raimundo Santos disse que está inaugurando uma sauna “para recepcionar o coronavírus com uma temperatura 50-60 graus Celsius, inalação com Oxigênio e vapores de plantas medicinais para as vias respiratórias”.
Para o especialista, o caminho é a fitoterapia uma vez que, ainda que a vacina chegue, ela só dará cobertura de 90% de eficiência, o que, pelos seus cálculos, significa que mais de 20 milhões de pessoas ainda vão precisar de tratamento eficiente. “O caminho é a fitoterapia e o Brasil vai aprender a valorizar a maior reserva florestal do mundo”, afirmou.

Fonte: Portal Unico

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