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Empresas do PIM fazem sangria com temporários e Philco-Britânia demite em massa 200 trabalhadores

Depois de receber denúncias, Valdemir Santana, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, encontrou inúmeras irregularidades nas fábricas da Samsung da Amazônia, Moto Honda, a P&G, Flextronics, Positivo (Boreo), Elgin (fabricante de ar-condicionado), Inventus, Metalúrgica Sato, que há mais 1 (um) ano essas empresas trabalham com mão de obra temporária, num sistema de semiescravidão, sem direito aos benefícios da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), trabalhadores sem ganhar a cesta básica, sem receber a PLR (Programa de Participação nos Lucros e Resultados), semdireitos trabalhistas básicos, um verdadeiro massacre dessas empresas que faturam milhões de dólares.

De acordo com o presidente do Sindmetal-AM, Valdemir Santana, os diretores destas fazem uma “sangria nos bolsos dos trabalhadores e com isso, aumentam seus faturamentos muito acima dos bilhões de lucro sempre favorecidos pelos incentivos fiscais dados pelo Governo do Estado”, como diz a matéria do jornal local: o Polo Industrial de Manaus (PIM) teve um faturamento de R$ 87,37 bilhões nos sete primeiros meses de 2021. O montante representa um aumento de 52,51% em comparação ao valor alcançado de janeiro a julho do ano passado, quando o faturamento foi de R$ 57,29 bilhões (G1am).

O Sindicato denuncia também que a empresa Philco-Britânia demitiu 200 (duzentos) trabalhadores, demissão em massa, pois além de trabalhar com mão de obra temporária irregularmente, ainda faz esse tipo de covardia com os trabalhadores. E, fez isso, sem comunicar o Sindicato, alertamos a todos os trabalhadores demitidos, que devem ficar atentos se receberam o reajuste de 11,50% (onze pontos cinquenta por cento), se isso não aconteceu, disponibilizamos o setor jurídico do Sindmetal-AM.

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