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Durante operação no Carnaval, grupo suspeito de fornecer drogas para facção criminosa é preso no AM

Suspeitos de integrarem uma facção criminosa que atua no Amazonas, 23 pessoas foram presas durante o período do Carnaval, em uma operação da Secretaria de Segurança Pública do Estado em apenas sete dias. Segundo a polícia, a ação teve início no dia 20 deste mês e prendeu um grupo responsável pelo fornecimento de drogas na rota do Rio Solimões.

De acordo com o secretário de Segurança, Louismar Bonates, a operação “Solimum” foi coordenada pela Polícia e tinha como principal objetivo, o combate ao tráfico de drogas e a prisão da liderança de uma facção criminosa.

“A operação foi determinada em oito municípios do Estado com 100% de êxito. Foram cumpridos 21 mandados de prisão, cinco mandados de busca e apreensão, dois mandados de busca e apreensão em veículos e, aproximadamente, R$ 20 mil foram bloqueados em contas, além de armas de fogo”, contou.

Os mandados foram cumpridos nos municípios de Manaus, Itacoatiara, Anori, Coari, Jutaí, Santo Antônio do Içá, Tefé e Tonantins.

Ainda segundo o secretário, os suspeitos atuavam diretamente na rota do tráfico que acontecem em rios do Estado, especificamente no Rio Solimões, por isso, o nome da operação.

Blocos de Carnaval interditados em Manaus

Ainda durante o período carnavalesco, os órgãos de fiscalização e segurança de Manaus interditaram 14 bandas e blocos de Carnaval na capital amazonense. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a ação ocorreu por conta de irregularidades nos locais como faltas de licença de funcionamento.

Além das interditações, outros 40 eventos receberam autuações administrativas que foram emitidas pelos órgãos de controle e segurança pública.

Na manhã desta quinta-feira (27) durante apresentação do balanço das ações do Carnaval na capital, o secretário de segurança comentou sobre a atitude de pessoas que subiram em cima do teto de ônibus em um bloco realizado nesta terça-feira (25) na Zona Centro Sul de Manaus.

“Temos que saber diferenciar brincantes de vândalos. O que aconteceu na Avenida Nilton Lins foi um ato de vandalismo. A Polícia Civil já abriu um inquérito para identificar os envolvidos nesse ato e também o caso do estudante de medicina que foi agredido no Parque Dez”, disse.

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