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Desestatização da Codesa trará cerca de R$ 1 bilhão em investimentos

O governo federal publicou as regras para a desestatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa). De acordo com a medida, a ação acontecerá por meio da venda de 100% das ações da estatal.

O documento foi publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (9). Segundo o Ministério da Infraestrutura, a previsão é que o leilão ocorra no último trimestre de 2021, com expectativa de captação de investimentos de até R$ 1 bilhão.https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-9508374237408663&output=html&h=280&adk=4170953610&adf=2325927958&pi=t.aa~a.3596693400~i.5~rp.4&w=696&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1623406147&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=3432251426&tp=site_kit&psa=1&ad_type=text_image&format=696×280&url=https%3A%2F%2Fchumbogrossomanaus.com.br%2Fgoverno-federal%2Fdesestatizacao-da-codesa-trara-cerca-de-r-1-bilhao-em-investimentos%2F&flash=0&fwr=0&pra=3&rh=174&rw=696&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&adsid=ChEI8JOMhgYQgYy9lf3zw_KDARJMAJr9ALmtlvdHNVODtP79LuTZ96OV76XOX0KgHnWW60A14vOy6v7RjuSM_v_XCW5c1kAbt9LI8hJk6_RCdN4cfjQMlk2xuzHpCa7vGw&uach=WyJXaW5kb3dzIiwiMTAuMCIsIng4NiIsIiIsIjkxLjAuNDQ3Mi4xMDEiLFtdXQ..&dt=1623412562632&bpp=5&bdt=2842&idt=5&shv=r20210607&cbv=%2Fr20190131&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3Dc6a6cde27e1b5103-220781b71fba009f%3AT%3D1623412506%3ART%3D1623412506%3AS%3DALNI_MZKR9plM6A0hgmaJUokOW1RQw-exQ&prev_fmts=0x0&nras=2&correlator=8545554005005&frm=20&pv=1&ga_vid=233697482.1611921102&ga_sid=1623412562&ga_hid=1587033386&ga_fc=0&u_tz=-240&u_his=1&u_java=0&u_h=768&u_w=1366&u_ah=728&u_aw=1366&u_cd=24&u_nplug=3&u_nmime=4&adx=478&ady=1094&biw=2024&bih=938&scr_x=0&scr_y=0&eid=31060049&oid=3&pvsid=912826290983644&pem=839&ref=https%3A%2F%2Fchumbogrossomanaus.com.br%2F&eae=0&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1366%2C0%2C0%2C0%2C2049%2C937&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=31&jar=2021-06-11-11&ifi=2&uci=a!2&btvi=1&fsb=1&xpc=vfcrf92HR6&p=https%3A//chumbogrossomanaus.com.br&dtd=33711

O secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, disse que a privatização chega em momento oportuno, já que o Brasil passa por uma situação de restrição fiscal e busca atrair novos investimentos.

“A ideia é que tenhamos uma condição de competitividade muito melhor, com portos muito mais dinâmicos, sem o peso trazido pelo modelo de gestão estatal e também pelas flutuações políticas. O concessionário assumirá o negócio com a obrigação de realizar investimentos, com metas de melhoria de parâmetros de desempenho”, acrescentou.

De acordo com as expectativas da pasta, a desestatização deverá gerar uma receita de R$ 480 milhões em outorgas fixas, somadas a R$ 770 milhões em outorgas variáveis – que serão pagas no prazo de 25 anos. Para Diogo Piloni, ainda há a expectativa de dividendos de cerca de R$ 480 milhões ao longo de 35 anos – uma espécie de divisão de lucros que será devida ao governo federal por quem arrematar a Codesa.

“Estamos muito confiantes de que a desestatização vai gerar bons resultados para as cadeias logísticas que dependem desses portos. A desestatização da Codesa mira, acima de tudo, serviços mais eficientes e dinâmicos, e vai gerar uma redução de custos logísticos para enfrentarmos um dos principais problemas do país: o custo de transporte de mercadorias”, afirmou o secretário.

BR do mar

Segundo o Ministério da Infraestrutura, as ações de desestatização são confluentes com o novo marco do setor de transportes aquaviários BR do mar, que visa a diminuir os custos logísticos e portuários do transporte de carga por cabotagem – a movimentação marítima que ocorre nas linhas da costa brasileira.

O secretário Diogo Piloni destacou a campanha bem-sucedida de leilões promovida pela pasta. “O número de leilões feitos desde 2019 não encontra paralelo na história do setor. Foram 26 leilões – mais de R$ 4 bilhões em investimentos autorizados. Temos ainda 17 terminais para serem leiloados, o que resultará em mais R$ 3 bilhões em investimentos”.https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-9508374237408663&output=html&h=280&adk=4170953610&adf=1050923410&pi=t.aa~a.3596693400~i.19~rp.4&w=696&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1623406147&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=3432251426&tp=site_kit&psa=1&ad_type=text_image&format=696×280&url=https%3A%2F%2Fchumbogrossomanaus.com.br%2Fgoverno-federal%2Fdesestatizacao-da-codesa-trara-cerca-de-r-1-bilhao-em-investimentos%2F&flash=0&fwr=0&pra=3&rh=174&rw=696&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&adsid=ChEI8JOMhgYQgYy9lf3zw_KDARJMAJr9ALmtlvdHNVODtP79LuTZ96OV76XOX0KgHnWW60A14vOy6v7RjuSM_v_XCW5c1kAbt9LI8hJk6_RCdN4cfjQMlk2xuzHpCa7vGw&uach=WyJXaW5kb3dzIiwiMTAuMCIsIng4NiIsIiIsIjkxLjAuNDQ3Mi4xMDEiLFtdXQ..&dt=1623412562644&bpp=2&bdt=2854&idt=2&shv=r20210607&cbv=%2Fr20190131&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3Dc6a6cde27e1b5103-220781b71fba009f%3AT%3D1623412506%3ART%3D1623412506%3AS%3DALNI_MZKR9plM6A0hgmaJUokOW1RQw-exQ&prev_fmts=0x0%2C696x280&nras=3&correlator=8545554005005&frm=20&pv=1&ga_vid=233697482.1611921102&ga_sid=1623412562&ga_hid=1587033386&ga_fc=0&u_tz=-240&u_his=1&u_java=0&u_h=768&u_w=1366&u_ah=728&u_aw=1366&u_cd=24&u_nplug=3&u_nmime=4&adx=478&ady=2229&biw=2024&bih=938&scr_x=0&scr_y=0&eid=31060049&oid=3&pvsid=912826290983644&pem=839&ref=https%3A%2F%2Fchumbogrossomanaus.com.br%2F&eae=0&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1366%2C0%2C0%2C0%2C2049%2C937&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=31&jar=2021-06-11-11&ifi=3&uci=a!3&btvi=2&fsb=1&xpc=RDNrl2Sli5&p=https%3A//chumbogrossomanaus.com.br&dtd=33771

Além do leilão da Codesa, o Ministério da Infraestrutura planeja realizar os leilões do Porto de Santos – o maior do Brasil -, de São Sebastião, de Itajaí e da Companhia Docas da Bahia até 2022. Leilões de arrendamento portuário também estão previstos ao longo deste ano e de 2022.

“Com certeza teremos a geração de muitos empregos diretos, indiretos e geração de renda. Esse é um dos grandes objetivos do ministério em todos os modais de transporte, além do acréscimo em eficiência para a logística do país”, concluiu Piloni.

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