Cotidiano Brasil Destaques

COVID-19 FAZ PAGAMENTOS POR APROXIMAÇÃO CRESCER NO BRASIL

De acordo com uma pesquisa realizada pela iZettle, de janeiro a março deste ano, os pagamentos por aproximação cresceram 36% no Brasil, considerando a base de clientes da companhia. A iZettle, uma fintech sueca que fornece serviços de pagamentos para pequenas empresas na Europa e América Latina, registrou um aumento de 16% nesse tipo de pagamento, somente analisando o período entre o primeiro caso de infecção por coronavírus no Brasil (26 de fevereiro), até o final de março.

Novo coronavírus mudou hábitos dos cidadãos

A pandemia da covid-19 forçou o decreto de um período de quarentena em dezenas de países, e isso afetou vários segmentos da indústria, além do cotidiano dos habitantes. No estado de São Paulo, o último decreto determinou que estabelecimentos que fornecem serviços não essenciais (bares, lojas, restaurantes, cafés, etc.) devem permanecer fechados até o dia 7 de abril.

Pagamento por aproximação. (Fonte: Code Money/Reprodução)

Pagamento por aproximação. (Fonte: Code Money/Reprodução)Fonte:  Code Money 

Com o isolamento social, as pessoas começaram a questionar se as formas de pagamentos não deveriam se adequar à medidas recomendadas pelos órgãos de saúde para evitar o contágio, que incluem manter a distância de pessoa para pessoa e tocar o mínimo possível em objetos compartilhados.

Nesse sentido, o pagamento por aproximação está sendo visto como uma das soluções plausíveis, já que evita que as pessoas toquem em máquinas de cartões de débito/crédito ou compartilhem seus cartões com os funcionários dos estabelecimentos.

Crise para uns, crescimento para outros

Com parte da população abandonando os pagamentos com cartões e dinheiro vivo, e migrando para a modalidade por aproximação, a iZettle observou que esse tipo de pagamento cresceu 70%, de janeiro a março, em comparação com ouras formas de pagamentos.

Os pagamentos por aproximação são possíveis graças à tecnologia NFC (Near Field Communication), que já funciona no Brasil há alguns anos, mas ainda encontra a resistência na adesão por parte de vários usuários, devido ao medo com a falta de segurança.

A tecnologia, no entanto, é segura quanto à clonagem e proteção de dados, já que as transações são criptografadas.

FONTE:tecmundo

Publicações relacionadas

MEC oferecerá internet para alunos em situação de vulnerabilidade

Redação

Unidades prisionais receberão mais R$ 107 milhões para combate à pandemia

Redação

URGENTE: Carro do comboio sofre acidente na chegada de Bolsonaro ao Planalto

Redação

Deixe uma resposta