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Bolsonaro e internautas afirmam que o jornalismo terrorista da Globo matou parte das 100 mil vítimas do covid-19

No último Jornal Nacional, William Bonner e Renata Vasconcellos deram a entender que Bolsonaro não respeitou o artigo 196 da Constituição. “Todo cidadão brasileiro tem o direito à saúde. E todos os governantes brasileiros têm a obrigação de proporcionar aos cidadãos esse direito”, disse o apresentador.

“As ações dos governantes precisam ter como objetivo diminuir o risco de a população ficar doente. E não somos nós que estamos dizendo isso. É a Constituição brasileira que todas as autoridades juraram respeitar”, completou.

“E a pergunta que se põe é: o presidente da República cumpriu esse dever?”, questionou Renata. Na mesma edição, o JN insinuou que o presidente foi insensível ao não ter feito um pronunciamento oficial em homenagem aos 100 mil mortos nem decretado luto oficial no País.

Essa infeliz jornalista da Globo Lixo só esqueceu de lembrar das decisões do STF e das decisões e suspeitas de corrupções de vários gestores por todo Brasil. Na internet a rasteg #Globo Lixo já virou rotina.

Emissora da Morte é criticada pelo presidente em seu twitter

Muitos gestores e profissionais de saúde fizeram de tudo pelas vidas do próximo, diferentemente daquela grande rede de TV que só espalhou o pânico na população e a discórdia entre os Poderes”, afirmou. “No mais, essa mesma rede de TV desdenhou, debochou e desestimulou o uso da Hidroxicloroquina que, mesmo não tendo ainda comprovação científica, salvou a minha vida e, como relatos, a de milhares de brasileiros.”

Bolsonaro sugeriu que o jornalismo da Globo se pautou na “desinformação”. “O tempo e a ciência nos mostrarão que o uso político da Covid por essa TV trouxe-nos mortes que poderiam ter sido evitadas”, escreveu. O presidente demonstrou indignação com a cobertura especial do JN de sábado (8) a respeito da tragédia provocada pelo novo coronavírus. “De forma covarde e desrespeitosa aos 100 mil brasileiros mortos, essa TV festejou essa data no dia de ontem, como uma verdadeira final da Copa do Mundo, culpando o Presidente da República por todos os óbitos.”

No final da mesma mensagem, Jair Bolsonaro associou as críticas frequentes direcionadas a ele nos telejornais da Globo à sua decisão de cortar relevante parte da publicidade estatal nos intervalos da emissora. “Estão com saudades daqueles governantes que sempre os colocavam como prioridade ao fazer o Orçamento da União, mesmo sugando recursos da saúde e educação.”

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