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‘Base aliada quer barrar CPI da Saúde’

Manaus – Membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde avaliam que a base aliada quer substituir os membros da comissão por causa dos resultados que a CPI tem apresentado até o momento e ainda para os deputados próximos ao governo Wilson Lima tenham maioria e, assim, possam barrar as investigações.

O presidente da CPI, deputado estadual Delegado Péricles (PSL) disse que, até o momento, a comissão tem apresentado um resultado “satisfatório” a população. “Temos feito um trabalho sério e transparente e a população está vendo. É claro que a base aliada está tentando impedir o nosso trabalho por conta do resultado, na verdade, o governo deveria apoiar, porque estamos buscando apontar falhar para serem corrigidas. Mas, estamos fazendo a coisa certa, apesar de toda esta dificuldade”, afirmou.

Quanto aos pedidos de substituição dos membros, o presidente da CPI disse que o caminho é apresentar medidas judiciais cabíveis para voltar as atividades da comissão. “É claro que há um desconforto do governo com o que já apresentamos com os trabalhos da CPI. Queremos corrigir para evitar que se gaste R$ 3 bilhões e não se veja o resultado na ponta”, frisou.

Para o membro da Comissão, deputado estadual Wilker Barreto (Podemos), o governo do Estado pretende alterar a atual composição da CPI para evitar as investigações. “O governo do Estado não vai sossegar enquanto não tiver a maioria dos membros da Comissão. A atual composição da CPI é a composição que convoca ex-secretários, fornecedores, pessoas que realmente precisam ser ouvidas. Se, por ventura, a CPI fosse formada, na sua maioria, pelos deputados governistas, iriam convocar o porteiro da Susam, quem serve café, ou seja, iriam convocar todo mundo, menos as pessoas importantes”, disse.

Wilker Barreto disse estranhar o fato dos deputados do partido Progressistas está reivindicando fazer parte da Comissão. “O Progressista não tem condição moral de participar da CPI, por que não quer investigar nem nunca quis. Cadê a assinatura do Belarmino (Lins), do Álvaro (Capelo) ou da Mayara (Pinheiro) no pedido da instalação da CPI?”, questionou. “A justiça está sendo induzida ao erro porque estes deputados estão omitindo informações do Judiciário”

Decisão

Nesta quinta-feira (18), a juíza convocada para atuar como desembargadora, Onilza Abreu Gerth, concedeu liminar em Mandado de Segurança impetrado pelos deputados Belarmino Lins de Albuquerque; Mayara Pinheiro Reis e Álvaro Campelo da Mata e determinou a suspensão da designação de membros da CPI, constante de ato publicado no dia 25 de maio passado, pelo presidente da ALE.

Na terça-feira (16), o desembargador Ernesto Anselmo Queiróz Chíxaro proferiu decisão liminar (provisória), suspendendo os trabalhos da CPI por evidência de que a definição dos membros processantes não atendeu a requisitos previstos no Regimento Interno do Poder Legislativo do Estado. O processo foi de origem do deputado estadual Felipe Souza (Patriota)

Para o membro da Comissão, deputado estadual Wilker Barreto (Podemos), o governo do Estado pretende alterar a atual composição da CPI para evitar as investigações. “O governo do Estado não vai sossegar enquanto não tiver a maioria dos membros da Comissão. A atual composição da CPI é a composição que convoca ex-secretários, fornecedores, pessoas que realmente precisam ser ouvidas. Se, por ventura, a CPI fosse formada, na sua maioria, pelos deputados governistas, iriam convocar o porteiro da Susam, quem serve café, ou seja, iriam convocar todo mundo, menos as pessoas importantes”, disse.

Wilker Barreto disse estranhar o fato dos deputados do partido Progressistas está reivindicando fazer parte da Comissão. “O Progressista não tem condição moral de participar da CPI, por que não quer investigar nem nunca quis. Cadê a assinatura do Belarmino (Lins), do Álvaro (Capelo) ou da Mayara (Pinheiro) no pedido da instalação da CPI?”, questionou. “A justiça está sendo induzida ao erro porque estes deputados estão omitindo informações do Judiciário”

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