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Amazonas deve receber mais de R$ 4 milhões para cirurgias eletivas do SUS, diz Ministério da Saúde

Cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos nos hospitais de todo o país, por meio do SUS. — Foto: Divulgação/Ministério da Saúde
Cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos nos hospitais de todo o país, por meio do SUS. — Foto: Divulgação/Ministério da Saúde

Cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos nos hospitais de todo o país, por meio do SUS. — Foto: Divulgação/Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde reservou R$ R$ 4.925.000 milhões a mais para a ampliação do acesso de pacientes às cirurgias eletivas realizadas no Sistema Único de Saúde (SUS), no Amazonas, divulgado na segunda-feira (6). O incentivo é para zerar a fila de espera de cirurgias eletivas de média complexidade e diminuir o tempo de espera daqueles que aguardam por procedimentos agendados.

Segundo o Ministério da Saúde, os outros estados do Brasil e o Distrito Federal também devem receber repasses para as cirurgias eletivas, com um total de R$ 250 milhões. São 53 tipos de procedimentos cirúrgicos que estão na lista, como catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura, além da cirurgia de astroplastia, entre outras com grande demanda reprimida identificada.

Em 2018, conforme o Ministério, foram realizadas pelo SUS cerca de 2,4 milhões de cirurgias eletivas em todo o país. Esses procedimentos cirúrgicos são os que não precisam ser realizados em caráter de urgência, podendo assim serem agendados. Em 2019, até outubro, foram registrados no sistema de informação do SUS 2 milhões de cirurgias em todos os estados brasileiros.

Os procedimentos de cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos oferecidos à população nos hospitais de todo o país, de forma integral e gratuita, por meio do SUS.

As três cirurgias mais demandadas são oftalmológicas, para tratamento de catarata e de suas consequências, além de tratamento de doenças da retina. Além dessas, também estão na lista cirurgias tais como aquelas para correção de hérnias e retirada da vesícula biliar.

Os gestores estaduais, municipais e do Distrito Federal, responsáveis pela organização e a definição dos critérios regulatórios que garantam o acesso do paciente aos procedimentos cirúrgicos eletivos, podem contar e se programar para utilização dos recursos de acordo com a população per capita de cada estado.

O valor total será disponibilizado no orçamento por meio do componente Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC). O incentivo somente será liberado para os gestores após a apresentação de produção executada no sistema de informação do SUS e para aqueles que ultrapassarem o teto MAC (Média e Alta Complexidade) do município.

Do período de janeiro de 2017 a outubro de 2019, foram disponibilizados por meio de recursos do FAEC, o valor aproximado de R$ 1,1 bilhão para cirurgias eletivas. Além disso, as unidades federativas contam também com o valor do teto MAC (Média e Alta Complexidade) para realização das cirurgias nos municípios.

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