Juíza nega liminar do MP que pedia recolhimento de ingressos do jogo Manaus pela Série D do Brasileiro na Arena da Amazônia

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A titular da 10ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), juíza Mônica Raposo, negou nesta quarta-feira (14) o pedido do Ministério Público do Amazonas, que entrou com pedido de liminar contra a ausência de cadeiras numeradas ao torcedores que comparecerão à final da Série D entre Manaus e Brusque-SC.

“Com efeito, após a ponderação dos interesses implicados, infere-se que as consequências práticas da remoção do ilícito – recolhimento dos ingressos a menos de quatro dias do jogo e emissão de bilhetes numerados – serão muito mais nefastas à massa de torcedores do que os prejuízos descritos pelo órgão ministerial na prefacial: permuta involuntária de cadeiras durante o intervalo da partida”, juíza Mônica Raposo

No entanto, Mônica Raposo recomendou que cadeiras sejam numeradas para os próximos jogos na Arena da Amazônia.

“Defiro-a, contudo, em caráter inibitório, no que concerne a futuras pelejas disputadas pelo requerido na Arena da Amazônia, ao fito de que o clube demandado garanta ao torcedor/consumidor que todos os ingressos emitidos sejam numerados, ex vi do art. 22, I, do Estatuto do Torcedor”

Após empate em 2 a 2 no jogo de ida, em Santa Catarina, no último domingo, Manaus e Brusque voltam a se enfrentar no domingo, dia 18, às 16h (de Brasília), na Arena da Amazônia. Uma vitória simples garante o título para qualquer um dos finalistas.

O pedido do MP foi feito nesta terça. No fim do mesmo dia, o Manaus divulgou que mais de 20 mil ingresssos já haviam sido vendidos para o duelo de domingo.

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