Presidente Josué Neto intermedia e Assembleia aprova reajuste e benefícios aos professores

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Após duas semanas intermediando negociações entre Governo e professores, a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou, por unanimidade, o projeto que prevê o reajuste salarial e atende reivindicações dos professores da Rede Estadual de ensino. Durante a votação representantes da categoria, fizeram agradecimentos ao presidente do Parlamento, Josué Neto, e demais deputados, por abraçar a causa dos professores.

“Parabenizo o desafio que essa Casa (Assembleia) aceitou na pessoa do presidente em estar abrindo a negociação fechada pelo Executivo”, disse a presidente do Sinteam (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas), Ana Cristina Rodrigues. Segundo ela, uma reunião será realizada na sexta-feira (24) para decidir sobre o fim da greve.

“Foram duas semanas de diálogo e quero aqui agradecer os professores, o secretário de Fazenda Alex Del Giglio e principalmente os deputados, a deputada Therezinha Ruiz, que contribuíram de alguma forma para chegarmos a esse resultado hoje. É uma alegria saber que esta Casa pôde contribuir, não só com conquistas para os professores, mas com melhorias para as crianças e jovens da rede de ensino do Estado do Amazonas” afirmou o presidente.

Josué Neto informou que as reivindicações não contempladas no PL foram incluídas em um termo de acordo para que sejam avaliadas no Comitê e, se possível, até incluídas no orçamento de 2020. O presidente ressaltou que os professores irão decidir se essas providências são suficientes para por fim a greve que já dura 40 dias.

“Muitos têm nos perguntado se a greve vai acabar. Quem é responsável pela paralisação da greve são os professores. Os professores que vão decidir se a greve acaba ou não. Mas a Assembleia fez o possível e o impossível pra que a gente chegasse a um resultado na data de hoje”, afirmou Josué.

A matéria foi aprovada com a inclusão de três emendas. A primeira trata sobre os percentuais de gratificação das progressões verticais dos 1,7 mil professores aptos a receber na proporção de 12% (especialistas), 50% (mestres) e 55% (doutores); a segunda emenda aumenta de R$ 30 para R$ 80 o auxílio localidade para os profissionais que moram nos municípios sede e R$ 120 para os que residem mais distantes da sede dos municípios e a terceira altera o valor do Auxílio Alimentação de R$ 420 para R$ 450.

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